Investimento e geração de emprego No total será investido US$ 1,6 bilhão na construção do Porto do Açu. Atualmente, cerca de 2.300 pessoas trabalham na construção do porto, sendo que metade reside em Campos ou em São João da Barra. Quando o porto e o Complexo Industrial estiverem funcionando, a previsão é que sejam gerados cerca de 50 mil postos de trabalho diretos e potencialmente mais de 200 mil indiretos, totalizando mais de 250 mil empregos. De acordo com informações da Prefeitura Municipal de São João da Barra, a arrecadação de ISS no município cresceu 624% em 2008, comparado ao ano de 2007 (de R$ 66,4 mil saltou para R$ 7,4 milhões). As empresas que prestam serviços ao Porto do Açu foram responsáveis por 71% da arrecadação total (R$ 5,3 milhões). Somente de janeiro a abril de 2009 as empresas que prestam serviços ao Porto do Açu recolheram R$ 1,289 milhão. Além disso, a estimativa é que o Porto do Açu irá atrair US$ 36 bilhões em investimentos para a região, além de um crescimento no PIB de São João da Barra de 498% (2008 – 2025).
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Investimento e geração de emprego
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Secom da PMSJB informa que está confirmada a siderúrgica chinesa no Açu
Abaixo as fotos remetidas ao blog pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de São João da Barra com as informações da China. A prefeita Carla Machado com o prefeito que seria de Pequim e a maquete da empreendimento industrial siderúrgico no Complexo do Açu.
Segundo o release trata-se do grupo empresarial Wuhan Iron & Steel (Wisco) que projeta instalar uma siderúrgica no Complexo Logístico e Portuário do Açu. O grupo empresarial que possui 84 mil funcionários fabrica uma variedade de produtos em aço e estima que o negócio no Açu envolva a quantia de 4 bilhões de dólares com perspectiva de gerar cerca de 20 mil empregos durante a construção da siderúrgica. O grupo chinês está de olho na demanda de aço que a produção de petróleo na camada de pré-sal gerará aqui mesmo no Brasil.

Atualizado às 00:10: Na edição desta quinta no Jornal do Commercio:
"Chinesa Wisco e EBX confirmam siderúrgica no Estado do Rio"
"O grupo chinês Wuhan Iron & Steel (Wisco) confirmou ontem ao governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral, que decidiu instalar no Porto do Açu,
Eike Batista: Mais História
Esperava repercussão do artigo publicado aqui, no Jornal O DIÁRIO, dia 04/7/2009, sobre o título: AFINAL, QUEM É EIKE BATISTA. Mas, não tanto. Daí resolvi continuar matando tanta curiosidade. Ele não para. Já tem encomendado um jato Phenom 300, e está completando as negociações do mega-negócio (DA CHINA), onde os chineses investirão no Porto do Açu, U$$ 4.5 bilhões, com a perspectiva de em 5 anos, ofertarem 10 mil empregos.
O empresário EIKE BATISTA, no momento, é o alvo constante de interesse da mídia. A maioria dos investidores internacionais o admira, consideram suas predisposições para o risco e a capacidade de atrair investidores para os seus projetos como um sonhador moderno que consegue fazer os sonhos se tornarem realidade muito rapidamente, fazendo suas empresas terem suas ações com aceitação imediata, mesmo que crie um novo e mirabolante negócio a cada semana.
Suas decisões surpreendem com a facilidade de fazer negócio acima do normal, como a venda de parte de sua mineradora MMX à Anglo-Americana, por U$$ 5.5 bilhões dos quais U$$ 3 bilhões foram só pra ele. Assustou ao mercado petrolífero, quando, inesperadamente comprou 21 blocos de exploração da Petrobras, nas bacias de Campos e Santos, por U$$ 1.4 bilhões. 1-2-3-4- bilhões de dólares são números fáceis para ele movimentar. Serão mais de 4 bilhões de barris de óleo, o que deverá ter como resultado desta pequena especulação, como diz a seus amigos.
Eike não esconde seus lucros, muito pelo contrário, divulga todos seus passos financeiros como um menino brincando com uma nota de dez reais. O X de suas empresas representa a certeza de multiplicação do capital. O escritório da EBX, a HOLDING de Eiki, que reuni empresas das áreas de mineração, logística, energia e petróleo, fica no 10º andar de um prédio na praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, com vista para o mar. Como hobby, participa de competições, principalmente corridas de lanchas em alta velocidade e por opção errada, é botafoguense.
Está em mineração há 26 anos e aplica diariamente o lucro-sobre-lucro, nada se perdendo. Eiki iniciou o curso de engenharia metalúrgica aos 18 anos na Alemanha, fala fluentemente o português, inglês, alemão, francês, e arrasta várias outras línguas. Em sua volta para o Brasil, (início da vida financeira) teve sua atenção voltada para a região de Nova Floresta,
Passou rapidamente a controlar o garimpo e a única pista de voo. Rapidamente acumulou U$$ 6 milhões, com o resultado financeiro, mecanizou toda mina, e comprou um avião para fazer o transporte, coisa que ninguém pensaria na época. Diz sem constrangimento. Todas as burradas que podia fazer em minha vida, fiz nessa época, e foram muitas, até que aquele pequeno negócio inicial começou a dar um lucro de U$$ 1 milhão, por mês.
Daí pra frente, iniciou o ciclo de se associar a grandes mineradoras, crescendo seu prestígio e o poder de negociar, comprando minas, fazendo-as render e vender parte pelo valor muito maior do que investiu até então. Em 1985, uma grande mineradora do Canada, a Treasure Vally, conheceu a história do garoto louro, tendo aí, começado novo crescimento de suas operações.
Porto do Açu receberá representantes de fábricas de carros chineses
Nos próximos meses, o Rio de Janeiro, mais exatamente São João da Barra, receberá representantes das fábricas de carros chineses Byd (Build Your Dreams), Chery e Jac. O objetivo das visitas é aprofundar a discussão sobre a possibilidade de construção de unidades de produção no território fluminense. A negociação é um dos resultados da missão que esteve na China há duas semanas sob a liderança do governador Sérgio Cabral, a prefeita de São João da Barra, Carla Machado e do empresário Eike Batista – do grupo EBX.
A missão visitou as fábricas da Jac, Chery e Byd, que pretendem se instalar na região do Rio de Janeiro. As negociações com a Jac e a Cherry estão em estágio mais avançado. São João da Barra será uma das cidades do Rio que serão visitadas por representantes da Jac, que já estiveram
Fábrica de modelos elétricos, a Jac impressiona pelo volume de produção. A marca produz 500 mil veículos por mês, entre carros, vans, caminhões e ônibus. A Fiat faz no mesmo período 70 mil veículos.
A Chery planeja produzir no Brasil 150 mil veículos por ano. O Rio, São Paulo, Minas Gerais e Ceará estão nos planos da fábrica, que pretende inaugurar a unidade em 2012.
Em sua viagem à China, o governador afirmou às montadoras que o Estado oferecerá todo o suporte para que ocorra a instalação, incluindo incentivos fiscais. Cabral destacou ainda que a ida para o Açu da gigante da siderurgia chinesa, a Wisco, é mais um facilitador para a operação das montadoras, porque elas terão aço disponível no próprio porto.
Eike Batista: Mais História
Até 1985, Eike Batista ainda não havia entrado no ramo de exploração de ferro e petróleo, mais já era a bola da vez quando empresas de mineração pretendiam aplicar capital no Brasil. Nas mãos de EIKI, a mega firma canadense Treasure Valley, se transformou, no Brasil, em TVX. Quinze anos após, ao deixar a companhia, sua participação valia U$$ 800 (oitocentos milhões de dólares). Com o capital ganho, resolveu investir em minério de ferro, tendo criado a MMX de mineração.
A tonelada de minério de ferro, para produção do aço, estava cotada a U$$ 65, em 2007, passou a valer U$$ 85, e em 2008, U$$ 140, tendo conseguido em pouco tempo, várias licenças para exploração de minério de ferro, criando o sistema de lavra e minerodutos. Tudo foi só sorte? Perguntam. - Responde: É preciso ter sorte mesmo.
Esta atitude correu mundo, e quando a MMX, em 2006, abriu o capital, ainda não produzia um grama de minério, mesmo assim, captou no mercado U$$ 1.1. bilhão, uma arrecadação recordista nas operações da I.P.O. (BOVESPA) Quem investiu 1 dólar, ganhou 5, tendo o valor das ações se valorizado em 371%. Seu lado místico impressiona a tantos.
Quando comprou os blocos de petróleo no leilão do ANP, encerrou todos os lances com seu número preferido, número 63, o mesmo usado em sua lancha de corrida. Só fechou o acordo, depois que concordaram que o valor fosse de U$$ 5.248 bilhões e 63. Seu Mercedes SL/R, tem a placa EIK-0063. Quero os melhores executivos de cada área, e para conseguí-los, faz as propostas irrecusáveis, com a afirmação: Quero fazer você rico, e ficar mais rico ainda. Cita o caso de Luiz Rodolfo Landim, que desejava em sua equipe, mas que havia acabado de acertar com o grupo Pão de Açúcar para assumir um cargo na diretoria.
Finalmente acertou com EIKE. Landim iniciou sua participação na organização da nova empresa de EIKE, e da noite para o dia, se tornou milionário, pois, além do polpudo salário, no fim do ano, recebeu 10% do distribuído em ações, que representou um valor de U$$ 44 milhões. Distribui riquezas a quem o faz mais rico, no entanto, é um emérito cobrador. Em 2007, comprou 70% da arrecadação do leilão promovido pela Agência Nacional de Petróleo, desbancando a Petrobrás numa licitação Federal.
Fundou para gerir este novo empreendimento, a OGX. Contratou a peso de ouro, 32 executivos de primeira linha e imediatamente promoveu 88 reuniões por todo planeta, tendo ao final destas, suas ações colocadas no mercado, totalizando U$$ 12 bilhões. Estou construindo no PORTO DO AÇÚ, no RJ, no litoral fluminense, um dos maiores complexos, um porto de grande porte, termo elétrica, complexo siderúrgico – pólo metal mecânico – fábrica de carro e muitos outros contratos que já tenho assinado com empresas como: Votorantin, Bunge, Iveco, Techin, Posco. Só com a Camargo Corrêa, que é a responsável por parte da obra, já loquei U$$ 1.5 bilhão. Será também construído um estaleiro e capitação de energia solar, com a chinesa YINGEI NEW ENERGY, e mais 32 empresas de vários setores.
Acessa o computador e vê pela televisão tudo sobre notícias e cotação do mundo, até 2 horas da manhã. Se algo o interessa a qualquer hora toma decisões e interfere no mercado. Numa noite de insônia, pela manhã, ao chegar ao escritório, reuniu os executivos e informou: Tenho 27 novos negócios para estudar-mos, SE PREPAREM PARA FICARMOS MAIS RICOS
Asiáticos vêm conhecer o que São João da Barra tem
Da Redação
Durante oito dias, a prefeita de São João da Barra Carla Machado esteve na China e em Cingapura buscando investimentos para o município fluminense. A “Missão China” rendeu frutos antes que o esperado: parceria com a siderúrgica chinesa Wisco que vai gerar 20 mil empregos e investimento de US$ 4 bilhões para a região e o ‘namoro’ com outras indústrias asiáticas. Para Carla, que aguarda para os próximos dias a visita de empresários chineses e cingapurianos, o Complexo Logístico e Portuário do Açu está se tornando uma âncora brasileira para atrair novos investimentos. “Nunca se foi tão longe”, disse a prefeita durante entrevista ao O Diário em que fez balanço da viagem.
O DIÁRIO - A questão automobilística está
Carla Machado - É importante frisar que nunca fomos tão longe. Essa viagem à China e a Cingapura é um marco histórico para São João da Barra e nos aponta para uma trajetória de desenvolvimento. Prova disso foi a parceria com a siderúrgica chinesa Wisco e os inúmeros contatos, principalmente com fábricas de automóveis. Visitamos a JAC Motors, uma montadora de alta tecnologia, que produz automóveis, caminhões leves e ônibus. Estivemos, ainda, em reunião, na cidade de Xangai, com a fabricante de automóveis Chery e também viajamos para a cidade de Shenzen, a fim de se reunir coma direção da empresa Build Your Dreams (BYD), produtora de carros elétricos e convencionais.
O DIÁRIO - Houve também algumas reuniões? O que avançou durante sua estada na China?
Carla - Foi uma viagem muito intensa. A nossa missão era mostrar que o Brasil pode fortalecer ainda mais os laços comerciais com os chineses que alcançou US$ 37 bilhões no ano passado, mas ainda são números reduzidos para o que almejamos. O Complexo Logístico e Portuário do Açu está se tornando uma âncora brasileira para atrair novos investimentos. A gente se reuniu com o Banco de Desenvolvimento da China (CDB) e com a China Investment Corporation (CIC) que administra o Fundo Soberano Chinês. Em Cingapura nos reunimos com presidente e diretores da “Keppel Corporation” que além do setor “Marine e Off Shore”, dedica-se a atividades de Construção Civil, Engenharia Ambiental, reciclagem de água, geração de energia, logística, fabricação de celulares e equipamentos para a produção de petróleo. Ainda em Cingapura, nossa delegação se reuniu com diretores da International Enterprise Singapore, encarregada da promoção das empresas cingapurianas no exterior e com diretores de empresas filiadas dos setores de petróleo e gás, transportes, indústria naval, logística, hotelaria e moradia popular.
O DIÁRIO - Quantos dias a senhora ficou lá?
Carla - Embarquei no dia 26 de junho e voltei no dia quatro de julho.
O DIÁRIO - Então, a “Missão China” foi bastante proveitosa no seu ponto de vista.
Carla - Com certeza. A vinda da siderúrgica para São João da Barra com geração de 20 mil empregos e investimentos de 4 bilhões de dólares é algo histórico para a região. Nunca se foi tão longe realmente. Fiquei encantada com o desenvolvimento tanto da China como de Cingapura. Eles tratam de forma estratégica tanto os produtos de tecnologia de ponta como a questão da habitação popular. Trouxemos uma bagagem com bastante idéias e propostas de futuro. Foi muito enriquecedora essa viagem. Pudemos ver de perto na potência
O DIÁRIO - O que mais chamou a sua atenção nesta visita?
Carla - A interação entre o poder público e a iniciativa privada, que fez com que a China e Cingapura se tornassem esses países desenvolvidos que hoje são.
O DIÁRIO - Qual das marcas de automóvel tem mais chances de se instalar
Carla - Tudo está em fase de negociação e agenda de visitas entre o governo estadual, municipal e o grupo EBX. Muitos negócios estão previstos nesta parceria estratégica entre os dois países. É preciso intensificar os contatos entre estados e províncias, como é o caso dessa missão. O certo é que um importante passo foi dado para conhecermos de perto a realidade deles.
O DIÁRIO - A Byd é uma notória fabricante de carros elétricos. Seria esse o caminho a ser seguido por ela, caso se chegue a um acerto?
Carla - Achamos que sim. O governo chinês está promovendo a internacionalização das empresas do país e precisa, portanto, de lugares com economias promissoras e abertas aos negócios. São João da Barra tem uma retro área propícia a receber grandes investimentos, tendo, ainda, a alíquota reduzida do ICMS vigente para o Complexo do Açu, sua localização geográfica estratégica e a existência de licenciamentos ambientais já aprovados. Tudo isso fortalece a vinda destas empresas.
O DIÁRIO - Como está sendo tratada a questão ambiental?
Carla - Desde o início de nossa gestão estivemos preocupados com a questão ambiental que é fator de discussão em todo o mundo. Fazemos trabalho de educação ambiental para que a população tenha ciência da importância de se preservar o ambiente. Criamos a nossa primeira Área de Proteção Ambiental em Atafona e teremos a maior Unidade de Conservação de Restinga no Estado do Rio de Janeiro. Além disso, a secretária de estado do Ambiente, Marilene Ramos, que também estava nessa comitiva brasileira, garantiu que haverá rigor nas concessões de licença ambiental de acordo com os padrões europeus, mas nada que trave o processo, nada que deixe imóvel o projeto. No Porto do Açu, todo o estudo de avaliação ambiental estratégico já está previsto.
O DIÁRIO - O que a cidade vem fazendo para receber os investimentos chineses?
Carla - Investimentos. Estamos investindo em infraestrutura norteada pelo nosso Plano Diretor Municipal, promovendo ações de macrozoneamento e delineando propostas de controle ambiental. Além disso, fomentamos a qualificação profissional de nossos munícipes e implantamos o único curso municipal de mandarim totalmente gratuito do País. Quando foi falado sobre o curso de mandarim lá na China, eles ficaram muito entusiasmados. Tecnologia, internet livre, segurança pública, planejamento urbanístico e viário também fazem parte de nossas propostas para receber os investimentos.
O DIÁRIO - Quais os próximos passos na negociação com os chineses?
Carla - Após os contatos feitos, temos que ampliar as discussões e aproveitar para fomentar um maior intercâmbio entre o município de São João da Barra e cidades chinesas e cingapurianas.
O DIÁRIO - Haverá alguma visita deles ao município para conhecer a área disponível e o porto?
Carla - Já temos agendada a visita, para as próximas semanas, do embaixador do Brasil em Cingapura, o senhor Paulo Alberto da Silveira.
Ponto Final
Mar de dinheiro
São João da Barra, mais precisamente o Açu, será o destino do maior investimento de empresas chinesas no Brasil. Este mês, a siderúrgica Wisco confirmou que instalará uma usina no Porto do Açu, em investimento superior a US$ 4 bilhões. É na verdade um mar de dinheiro, que muda o perfil da economia do município e também na região.
Montadora e estaleiro
Ao mesmo tempo, o grupo Sino Pacific negocia a construção de um estaleiro que consumirá recursos estimados em US$ 100 milhões, enquanto a monta-dora Chery já esteve no Açu, avaliando a compra de uma área de terra no condomínio da LLX para fabricar carros.
O maior grupo
A Chery é o maior grupo privado chinês do setor automotivo e elegeu o Brasil como um próspero mercado, talvez o principal para os seus projetos iniciais fora do seu território. A empresa já tem uma representação comercial
Banco Chinês
A montadora pretende fazer no Brasil uma plataforma de exportação para outros países da América do Sul. Tanto investimento assim vai forçar o Banco estatal da China a abrir uma filial no Brasil, que deverá ser na cidade do Rio de Janeiro, mas com agências
Revisão
Tudo isso somado poderá fazer com que a Petrobras volte mais um pouco os olhos para o Norte Fluminense. Já existem executivos da empresa achando que foi um erro escolher Itaboraí para ser sediar o pólo petroquímico. Isso fará com que a região metropolitana do Rio fique ainda mais inchada. Se estão querendo rever até os royalties, poderiam rever também essa questão do pólo.
Boa proposta
A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, que preside a Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), apresentou a proposta da criação de uma faixa de reserva de 40% dos recursos provenientes da exploração de petróleo em camadas de pré-sal, para fixação de indenizações por produção, como royalties e participações especiais, pela legislação atualmente em vigor.