sábado, 13 de março de 2010

LLX anuncia investimentos na região na ordem de R$ 1,848 bi ainda ESTE ANO!



Só no Porto do Açu, em SJB, investimento chega a R$ 1,1 bilhão
A LLX Logística, empresa de logística do Grupo EBX, vai investir R$ 1,848 bilhão nos empreendidos das companhia neste ano de 2010. Somente no Superporto do Açu, em São João da Barra (SJB), no litoral norte do estado do Rio de Janeiro, serão investidos R$ 1,1 bilhão. O anúncio foi feito, terça-feira, pela direção da empresa.
O restante, cerca de R$ 741 milhões, será aplicado nas obras do Porto Sudeste, empreendimento que será instalado em Itaguaí. Desde o início de 2007, já foram investidos R$ 1,319 bilhão nos dois empreendimentos. A empresa também divulgou o resultado de 2009. Com projetos portuários em fase pré-operacional, a LLX encerrou o ano com prejuízo de R$ 48,7 milhões, registrado principalmente pelas despesas gerais e administrativas e pelo resultado financeiro negativo.
A LLX encerrou o período com R$ 481,9 milhões em caixa, registrando aumento de 92% em relação aos R$ 250,5 milhões de 2008. Em ativos permanentes, a empresa fechou o ano com R$ 810,7 milhões, em relação a R$ 661 milhões no ano anterior. Esta variação refere-se principalmente ao crescimento do ativo imobilizado, que passou de R$ 300,8 milhões em 2008 para R$ 606,7 milhões em 2009, resultado da imobilização de ativo fixo dos projetos de terminais portuários da LLX.
O Superporto do Açu é um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto, com área de 9 mil hectares, profundidade de 18,5 metros (com posterior expansão para 21 metros) e estrutura offshore com até 10 berços para movimentação de produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, minério de ferro, granéis líquidos e carga geral. O porto também terá uma ponte de acesso aos píeres com 3 quilômetros de extensão, que já está concluída.
No total serão investidos R$ 4,3 bilhões no Terminal Portuário Privativo de Uso Misto do Açu, sendo R$ 1,9 bilhão pela LLX Minas-Rio (responsável pela implantação do terminal portuário dedicado ao minério de ferro) e R$ 2,4 bilhões pela LLX Açu (responsável pela operação das demais cargas como produtos siderúrgicos, carvão, granéis líquidos e granito). A LLX já possui cerca de 60 memorandos de entendimento (MOUs) em negociação com empresas que querem se instalar ou movimentar cargas no Superporto do Açu.
Em construção desde outubro de 2007 em São João da Barra (RJ), a previsão é que a operação do Superporto do Açu seja iniciada em meados de 2012. Atualmente, cerca de 2 mil pessoas trabalham na construção do porto, e metade reside em Campos ou em São João da Barra.

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terça-feira, 2 de março de 2010

Empresas do Espírito Santo vão exportar pelo Açu

O Porto do Açu será uma grande porta de exportação de granito do Brasil para a Europa. A LLX Granitos, empresa recentemente criada por causa da existência em grande quantidade de jazidas de rochas ornamentais entre Campos e o Sul do Espírito Santo, pretende exportar 1,5 milhão de tonelada de granito por ano. Empresas capixabas do setor de rochas ornamentais vão ser beneficiadas com o Porto do litoral de São João da Barra. Cachoeiro de Itapemirim, grande polo produtor de blocos de granitos, distante a apenas 122 quilômetros do Açu, já é ligado a Campos pela ferrovia e será ligada ao Porto, através da extensão de um ramal do moderno corredor logístico de 42 quilômetros entre Campos e o Porto do Açu. A logística contará com área industrial para grandes serrarias de beneficiamento de blocos, e grande pátio de 35 mil metros quadrados, capaz de estocar 162 mil toneladas de rochas ornamentais para exportação.
 
 
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

LLX investe 60 milhões em Rodovias


             LLX investe R$ 60 milhões em melhorias de rodovias da região

Jualmir Delfino
Data: 03.02.10
 


           A  LLX, Empresa de Logística do grupo EBX, do empresário Eike Batista, investe nada menos que R$ 60 milhões para promover a melhoria de estradas e rodovias da região, incluindo vias do governo do estado e do governo federal, nos municípios de Campos e São João da Barra. Depois de ter construído um viaduto sobre a BR-101 em Campos, para passagem de grande frota de carretas que vão transportar blocos de granito da Pedreira de Itaoca para a construção dos berços de atracação de navios no Porto do Açu, agora a LLX termina grande intervenção no entroncamento da Rodovia dos Ceramistas com a RJ-216 (Campos-Farol de São Thomé), em Donana. A empresa realiza ainda obras na BR-356, em São João da Barra.
            No local, junto ao novo Posto do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, a construtora A.R.G. contratada pela LLX para construção do porto, acaba de construir um grande trevo, com rotatória, de forma que não haverá o cruzamento direto dos veículos da Rodovia dos Ceramistas sobre a Rodovia Campos-Farol. As carretas vão sair da pedreira num intervalo pequeno, e para evitar acidentes e retensão na BR-101 entre as localidades de Lagamar e Ururaí, a frota de cargas-pesadas vai atravessar sobre o viaduto de 17 metros de largura e 50 de metros de comprimento.
            A LLX também constrói simulteamente um grande trevo com rotatórias na confluência da BR-356 (Campos-São João da Barra) com a RJ-240, que liga a localidade de Caetá ao Açu, 5º distrito de São João da Barra, que sedia o Complexo Portuário do Açu. O trevo agilizará e dará segurança ao intenso tráfego que se formará no entroncamento das duas vias, por conta da movimentação de veículos pesados que entram e saem para o Porto do Açu. A previsão é que o grande trevo fique pronto até o fim de fevereiro.
            Estradada do Caetá - A LLX já construiu também asfaltamento de 26 quilômetros entre o Caetá e a entrada do Superporto do Açu. As obras foram feitas com elevado padrão de qualidade, e no caso do asfaltamento, implicou na escavação e remoção do antigo aterro da estrada e colocação de brita corrida, areia, água para compactação, saibro e camada afáltica especial com sete centímetros


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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Obras do Porto do Açu já beneficiam Campos e SJB


A construção do complexo logístico e industrial do Açu, em São João da Barra, foi iniciada em 2007
 
Da Redação
Novas oportunidades de emprego, ofertas crescentes de vagas em cursos profissionalizantes e estímulo para a instalação de novos projetos voltados para a implantação de um moderno polo de exportação são alguns dos benefícios gerados nos últimos três anos para o município de Campos com o início das obras, em outubro de 2007, do Complexo Logístico e Industrial do Porto do Açu, em São João da Barra.
Atualmente, cerca de dois mil pessoas trabalham na construção do porto, sendo que a metade reside nestes dois municípios. A previsão é de que, quando o porto e o Complexo Industrial estiverem funcionando, sejam gerados cerca de 50 mil postos de trabalho diretos. Além disso, a estimativa é que o Super Porto do Açu possa atrair US$ 36 bilhões em investimentos para a região Norte Fluminense que já tem o fortalecimento refletido pelo empreendimento.
Incentivos fiscais – Para se instalar na região, o empresário Eike Batista foi atraído por incentivos fiscais proporcionados pela Lei Rosinha (4.533/05), que reduziu de 19% para 2% a base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e com o apoio da então governadora do Rio, Rosinha Garotinho, para a resolução de entraves relacionados à infraestrutura necessária à implantação do empreendimento.
Desenvolvido pela LLX, empresa de logística do Grupo EBX, o Super Porto do Açu é um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto, em fase de instalação em São João da Barra, norte fluminense, próximo à área de maior produção de petróleo e gás do Brasil. O complexo compreende um super porto marítimo de grande porte para a exportação de toneladas de minérios de ferro, por ano, uma base de apoio offshore e instalações para processamento de minérios de ferro.
Início das atividades tem previsão mantida para 2012

Suledil fala sobre os benefícios
No total será investido US$ 1,6 bilhão no Terminal Portuário Privativo de Uso Misto do Açu, sendo US$ 900 milhões pela LLX Minas-Rio (responsável pela implantação do terminal portuário dedicado ao minério de ferro) e US$ 700 milhões pela LLX Açu (responsável pela operação das demais cargas como produtos siderúrgicos, carvão, granéis líquidos e granito).
Com previsão de início das atividades no primeiro semestre de 2012, o empreendimento teve sua pedra fundamental lançada em 27 de dezembro de 2006, pela então governadora Rosinha Garotinho. Na época, Rosinha já definia o projeto orçado em cerca de US$ 3,5 bilhões como o maior investimento em terra da história da Região Norte/ Noroeste do Estado do Rio de Janeiro.
- Graças à visão da prefeita Rosinha Garotinho que, na época, estava à frente do Governo do Estado, foi possível trazer este grande e importante empreendimento para a nossa região, criando um corredor logístico de classe mundial em território fluminense. Com ele, muitas empresas tiveram interesse em se instalar em Campos e outros municípios do Norte/ Noroeste Fluminense e assim alavancar a economia do interior ―, destacou o secretário municipal de Controle e Orçamento, Suledil Bernardino, que esteve visitando as obras do complexo.
Lei Rosinha garante empreendimentos nas áreas naval e off-shore

Complexo de Barra do Furado é outro beneficiado pela Lei Rosinha
Dois grandes empreendimentos da região da área naval e que também vão atender o setor off-shore estão sendo beneficiados pela Lei 4.533, criada em 2005 pela então governadora Rosinha Garotinho, e fortalecendo a economia da região, com a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 19% para 2%.
Graças à Lei Rosinha, o Complexo do Açu, em São João da Barra, e o Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado, entre Campos e Quissamã, estão se instalando na região. A primeira fase do projeto do Açu com o de Farol-Barra do Furado representam R$ 12,4 bilhões e vão gerar milhares de empregos.
Além de ter viabilizado a vinda do Complexo do Açu, um empreendimento do empresário Eike Batista, quando era governadora, a prefeita Rosinha Garotinho também vem se empenhando para transformar o projeto de Barra do Furado em realidade e também já conseguiu atrair o grupo EBX, através da empresa OSX, para investir no empreendimento.


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sábado, 9 de janeiro de 2010

Grupo Techint de olho no Açu para implantação de projeto siderúrgica

Renato Wanderley

Divulgação
O grupo ítalo-argentino Techint voltou a demonstrar interesse em construir uma unidade siderúrgica no distrito industrial do Porto do Açu, em São João da Barra. Em julho de 2008, o empresário Eike Batista chegou a confirmar a vinda do grupo para o Açu, num investimento em torno de US$ 15 bilhões, mas o empreendimento foi abortado em função da crise financeira mundial. A unidade seria destinada à construção de tubos de aço para a indústria do petróleo e produziria 10 milhões de toneladas anuais a partir de 2012.

Agora, a Techint procura um local para instalar uma siderúrgica e o Porto do Açu, por sua logística, poderá ser escolhido. A LLX, empresa do empresário, prefere não comentar o assunto no momento. A Techint deixou a Venezuela, depois de ter sua unidade naquele país nacionalizada pelo presidente Hugo Chaves, numa indenização de US$ 1,9 bilhão e procura parceiros no Brasil.

O empresário afirma ter cerca de 60 memorandos assinados com empresários que pretendem se instalar no local. Duas cimenteiras, Camargo Correia e o Grupo Votorantim já assinaram o memorando de intenções e confirmaram que vão se instalar na área do porto.

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, e a Votorantim Cimentos Brasil, celebraram acordo comercial para implantação de duas fábricas de cimento no Porto do Açu.

Além de estudos para a instalação da cimenteiras, o acordo contempla também a importação de coque de petróleo para suprimento das unidades de produção de cimento e embarque de produtos vinculados à indústria cimenteira. O aproveitamento de subprodutos oriundos de outras unidades industriais que venham a se instalar no porto, servirá de insumos para a cimenteira. “Este acordo evidencia as vantagens de um porto moderno e competitivo, a facilidade de uma retroárea para a instalação de indústrias, armazena-mento de produtos e integração logística”, explica o diretor da LLX, Otávio Lazcano.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Valor Econômico supervaloriza LLX


O jornal Valor Econômico no caderno "EU & Investimentos", na edição de hoje traz como matéria de capa a referência ao aumento do valor das ações da LLX. Lá está citado que, ao contrário de outras empresas semelhantes que já estão operacionais, a LLX com os dois projetos do Porto Sudeste e o Complexo do Açu, sem funcionar, já vale no mercado 4 vezes mais que o Porto de Santos, Log-In (que administra o Terminal de Camaçari (BA) e o Porto Seco do Cerrado (MG) e Wilson, Sons (com um terminal em Salvador e outro no Rio Grande no Sul).

O valor da LLX já alcançaria um valor de US$ 6 bilhões contra US$ 4,4 bilhões dos três somados. De janeiro até ontem as ações da LLX subiu 481%, segundo a matéria, muito além da valorização dos concorrentes e do Índice Bovespa.

 Francisco Góes:

"É um número impressionante para uma empresa não operacional, cujos dois portos só devem começar a exportar minério de ferro no fim de 2011 e em meados de 2012."

"No mercado há quem se surpreenda com esse desempenho, considerando que a única receita operacional da LLX é a venda de brita e pedras da Pedreira Sepetiba, uma subsidiária da LLX Sudeste, responsável pela construção de um porto para exportação de minério em Itaguaí, na Grande Rio."
"Os projetos da LLX são bons, mas a empresa não tem receita da atividade principal, só sonhos e memorandos de entendimento", diz um executivo do setor."


Otávio Lazcano, presidente da LLX, vai na mesma linha: "Existe um potencial enorme de valorização. O valor de mercado da empresa é muito pequeno perto do que pretendemos entregar aos acionistas nos próximos anos". A LLX trabalha com um cenário em que os seus dois grandes projetos - o porto do Sudeste e o Super Porto do Açu, em São João da Barra (RJ) - vão produzir juntos em 2016-2017 cerca de US$ 2 bilhões de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização."

"Executivos que conhecem o setor portuário e a atividade de mineração consideram, porém, que a valorização da LLX também pode embutir a expectativa de um acordo de venda do controle da empresa . Outra fonte comparou o modelo de negócio de Batista a um "private equity" no qual ele desenvolve o projeto até um determinado momento e depois o passa adiante. "Não é um modelo operacional."

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ponte do Porto do Açu pronta em 2010

Renato Wanderley
As obras da ponte de 3 km, que servirá de acesso ao Porto do Açu, em São João da Barra, já estão 86% concluídas, devendo ficar pronta em março de 2010. A informação foi prestada na segunda-feira, pela assessora de imprensa da LLX, Bárbara Bortolin, durante almoço confraternização oferecido pela empresa a jornalistas de Campos e São João da Barra. De acordo com ela, faltam apenas 200 metros para a ligação do continente à estrutura offshore, que terá 10 berços para atracação de produtos como minério de ferro, granéis sólidos e líquidos, carga geral e produtos siderúrgicos.

— As obras estão dentro do cronograma previsto e a ponte já tem data para ser entregue, em março de 2010. Enquanto isso está indo a todo vapor, a dragagem do canal de acesso e da bacia de evolução do porto, que terá uma profundidade de 18,5 metros, com posterior expansão para 21 metros, e capacidade para receber navios de 220 mil toneladas de porte bruto, com fretes mais competitivos — disse ela, acrescentando que as obras empregam mil três mil pessoas, mais da metade deles de São João da Barra e Campos.

Segundo a assessora, no início do próximo ano também começam a terraplanagem do pátio logístico, numa área de 694 hectares. Bárbara explicou que o projeto já recebeu licença ambiental devendo a obra ampliar o nível de emprego.
— As operações do pátio logístico vão permitir a importação e exportação de produtos de diversas origens. Com isso, o Porto do Açu passará a oferecer serviços em escala comercial para uma variedade de atividade produtiva, tornando um atrativo para indústrias e empresas de serviços mais variados, que buscarão se instalar na região, se beneficiando das facilidades do porto. O pátio está previsto para começar a operar em 2012 — afirmou Bárbara.

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