sábado, 13 de março de 2010
LLX anuncia investimentos na região na ordem de R$ 1,848 bi ainda ESTE ANO!
terça-feira, 2 de março de 2010
Empresas do Espírito Santo vão exportar pelo Açu
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
LLX investe 60 milhões em Rodovias
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Obras do Porto do Açu já beneficiam Campos e SJB
sábado, 9 de janeiro de 2010
Grupo Techint de olho no Açu para implantação de projeto siderúrgica
Renato Wanderley
O grupo ítalo-argentino Techint voltou a demonstrar interesse em construir uma unidade siderúrgica no distrito industrial do Porto do Açu, em São João da Barra. Em julho de 2008, o empresário Eike Batista chegou a confirmar a vinda do grupo para o Açu, num investimento em torno de US$ 15 bilhões, mas o empreendimento foi abortado em função da crise financeira mundial. A unidade seria destinada à construção de tubos de aço para a indústria do petróleo e produziria 10 milhões de toneladas anuais a partir de 2012.Agora, a Techint procura um local para instalar uma siderúrgica e o Porto do Açu, por sua logística, poderá ser escolhido. A LLX, empresa do empresário, prefere não comentar o assunto no momento. A Techint deixou a Venezuela, depois de ter sua unidade naquele país nacionalizada pelo presidente Hugo Chaves, numa indenização de US$ 1,9 bilhão e procura parceiros no Brasil.
O empresário afirma ter cerca de 60 memorandos assinados com empresários que pretendem se instalar no local. Duas cimenteiras, Camargo Correia e o Grupo Votorantim já assinaram o memorando de intenções e confirmaram que vão se instalar na área do porto.
A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, e a Votorantim Cimentos Brasil, celebraram acordo comercial para implantação de duas fábricas de cimento no Porto do Açu.
Além de estudos para a instalação da cimenteiras, o acordo contempla também a importação de coque de petróleo para suprimento das unidades de produção de cimento e embarque de produtos vinculados à indústria cimenteira. O aproveitamento de subprodutos oriundos de outras unidades industriais que venham a se instalar no porto, servirá de insumos para a cimenteira. “Este acordo evidencia as vantagens de um porto moderno e competitivo, a facilidade de uma retroárea para a instalação de indústrias, armazena-mento de produtos e integração logística”, explica o diretor da LLX, Otávio Lazcano.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Valor Econômico supervaloriza LLX
O valor da LLX já alcançaria um valor de US$ 6 bilhões contra US$ 4,4 bilhões dos três somados. De janeiro até ontem as ações da LLX subiu 481%, segundo a matéria, muito além da valorização dos concorrentes e do Índice Bovespa.
Francisco Góes:
"É um número impressionante para uma empresa não operacional, cujos dois portos só devem começar a exportar minério de ferro no fim de 2011 e em meados de 2012."
"No mercado há quem se surpreenda com esse desempenho, considerando que a única receita operacional da LLX é a venda de brita e pedras da Pedreira Sepetiba, uma subsidiária da LLX Sudeste, responsável pela construção de um porto para exportação de minério em Itaguaí, na Grande Rio."
"Os projetos da LLX são bons, mas a empresa não tem receita da atividade principal, só sonhos e memorandos de entendimento", diz um executivo do setor."
Otávio Lazcano, presidente da LLX, vai na mesma linha: "Existe um potencial enorme de valorização. O valor de mercado da empresa é muito pequeno perto do que pretendemos entregar aos acionistas nos próximos anos". A LLX trabalha com um cenário em que os seus dois grandes projetos - o porto do Sudeste e o Super Porto do Açu, em São João da Barra (RJ) - vão produzir juntos em 2016-2017 cerca de US$ 2 bilhões de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização."
"Executivos que conhecem o setor portuário e a atividade de mineração consideram, porém, que a valorização da LLX também pode embutir a expectativa de um acordo de venda do controle da empresa . Outra fonte comparou o modelo de negócio de Batista a um "private equity" no qual ele desenvolve o projeto até um determinado momento e depois o passa adiante. "Não é um modelo operacional."
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Ponte do Porto do Açu pronta em 2010
Renato Wanderley
As obras da ponte de 3 km, que servirá de acesso ao Porto do Açu, em São João da Barra, já estão 86% concluídas, devendo ficar pronta em março de 2010. A informação foi prestada na segunda-feira, pela assessora de imprensa da LLX, Bárbara Bortolin, durante almoço confraternização oferecido pela empresa a jornalistas de Campos e São João da Barra. De acordo com ela, faltam apenas 200 metros para a ligação do continente à estrutura offshore, que terá 10 berços para atracação de produtos como minério de ferro, granéis sólidos e líquidos, carga geral e produtos siderúrgicos.
— As obras estão dentro do cronograma previsto e a ponte já tem data para ser entregue, em março de 2010. Enquanto isso está indo a todo vapor, a dragagem do canal de acesso e da bacia de evolução do porto, que terá uma profundidade de 18,5 metros, com posterior expansão para 21 metros, e capacidade para receber navios de 220 mil toneladas de porte bruto, com fretes mais competitivos — disse ela, acrescentando que as obras empregam mil três mil pessoas, mais da metade deles de São João da Barra e Campos.
Segundo a assessora, no início do próximo ano também começam a terraplanagem do pátio logístico, numa área de 694 hectares. Bárbara explicou que o projeto já recebeu licença ambiental devendo a obra ampliar o nível de emprego.
— As operações do pátio logístico vão permitir a importação e exportação de produtos de diversas origens. Com isso, o Porto do Açu passará a oferecer serviços em escala comercial para uma variedade de atividade produtiva, tornando um atrativo para indústrias e empresas de serviços mais variados, que buscarão se instalar na região, se beneficiando das facilidades do porto. O pátio está previsto para começar a operar em 2012 — afirmou Bárbara.