domingo, 11 de julho de 2010

Autopista anuncia a duplicação da BR-101 entre Rio Bonito e Campos já no início de 2011

O Diário



A OHL Autopista Fluminense anunciou na quinta-feira que vai iniciar, no começo do ano de 2011, a construção da duplicação da Rodovia BR-101 no trecho entre Rio Bonito e Campos, até na divisa com o Estado do Espírito Santo. O que impedia a licitação da obra era pendência ambiental na região de Poço D’Antas. A antecipação das obras foi pedida, pela então prefeita Rosinha e entidades da sociedade civil organizada no ano passado à ANTT e OHL. A OHL acatou também pedido de construção de anel viário a partir da Rodovia dos Ceramistas (foto), em vez do contorno, a partir de Ibitioca. Autoridades e empresários alegaram o crescimento das demandas na rodovia, em função dos grandes empreendimentos da indústria do petróleo e outros projetos estruturantes na região de Campos como superporto do Açu e Complexo Logístico Farol-Barra do Furado.

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domingo, 6 de junho de 2010

Eike planeja refinaria com chineses no Açu

Eike planeja refinaria com chineses no Brasil
Segundo Batista, as conversas estão sendo realizadas com todas as empresas do setor de petróleo da China
Denise Luna e Brian Ellsworth/Exame



O oitavo homem mais rico do mundo, segundo a Forbes, está otimista com o crescimento da OGX e com a venda de participações em blocos da empresa

Rio de Janeiro - A parceria no setor de petróleo entre o empresário Eike Batista e a China vai envolver a construção de uma refinaria no Porto do Açu, no Estado do Rio de Janeiro, informou o empresário à Reuters nesta segunda-feira durante o Reuters Latin American Investment Summit.

Segundo Batista, as conversas estão sendo realizadas com todas as empresas do setor de petróleo da China e a refinaria será condição para que o gigante asiático receba o petróleo bruto da OGX.

"Você quer meu petróleo? Refine um xis aqui", disse Eike sobre como estão sendo as negociações com os chineses.

"Ele vai levar um xis em (óleo) bruto para a refinaria dele, e vai refinar um xis aqui", explicou.

O tamanho da unidade vai depender do volume de produção do braço de petróleo do grupo EBX. No mesmo local, a chinesa Wuhan Iron & Steel (Wisco) já fechou a construção de uma siderúrgica de 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano e a LLX, braço de logística do grupo, já negocia uma segunda planta, cujo sócio será anunciado até o final do ano.

A MPX, braço de energia do grupo, vai construir também uma termelétrica a carvão na área, um investimento de 4,1 bilhões de dólares, que terá capacidade de 2.100 megawatts.

"No Açu você vai levar a indústria para a melhor área logística que a indústria pode ter, que é o mar", disse Batista sobre o Complexo do Porto do Açu, cujo porto pretende ser o maior do país e entra em operação em 2012.

O oitavo homem mais rico do mundo, segundo a Forbes, está otimista com o crescimento da OGX e com a venda de participações em blocos da empresa no momento certo. Com essa venda, os acionistas da empresa receberão o seu primeiro dividendo, antecipou o empresário, que ainda não tem data para a oferta.

Segundo ele, nos últimos anos, excluindo o segmento de varejo, os grupos industriais que cresceram têm em comum a prática de fazer sua própria infra-estrutura.
"O sucesso dos grupos brasileiros é ter o sistema próprio dele, meio independente", afirmou citando CSN e Votorantim como exemplos. "O Votorantim foi para a energia para garantir a produção de alumínio", lembrou.
A mesma filosofia norteou a criação da OSX, construtora de estaleiros, para garantir a entrega das plataformas da OGX.
"Temos a demanda dentro de casa, só a encomenda de 30 bilhões de dólares da OGX já faz o estaleiro viável", explicou o empresário que contabiliza três anos para a OSX "atingir a eficiência coreana".
"Só consegue fazer estaleiro eficiente com o modelo coreano, que é tamanho, é linha de produção...você precisa de área gigante e encomenda grande para isso acontecer, temos os dois", afirmou, referindo-se ao estaleiro em Biguaçu, Santa Catarina, que começa a operar em fevereiro de 2012.
Segundo Batista, BP e outras empresas estrangeiras que atuam no país já bateram na porta do grupo para possíveis futuras encomendas à OSX.
"A Pride já falou com a gente para ter um slot de produção (no estaleiro da OSX) para fazer um leasing com a Petrobras", informou.


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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Wisco será a primeira indústria a se instalar no Açu. Obra deve começar em seis meses.

Obras da siderúrgica estatal chinesa no Porto do Açu devem começar em seis meses


As obras de construção da siderúrgica estatal chinesa Wuhan Iron and Steel (Wisco), no complexo industrial do Porto do Açu, em São João da Barra, devem começar em seis meses, segundo informações do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno. Ele explicou que os primeiros passos seriam a concessão da licença ambiental e o trabalho de terraplanagem.

Bueno explicou que o empreendimento de US$ 5 bilhões, sendo US$ 3,5 bilhões da Wisco e US$ 1,5 bilhão da EBX, holding do empresário Eike Batista, controladora da LLX, ajudará a agregar valor às exportações brasileiras. “A expectativa é de que a produção seja destinada, principalmente, ao mercado chinês. O negócio marca uma nova fase na relação entre os dois países.

Esse projeto é o maior investimento realizado pela China no Brasil e o mais caro do país asiático no setor siderúrgico fora de seu território”, disse o secretário. O investimento deve abrir mais de cinco mil postos de trabalho diretos e indiretos na região.


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quinta-feira, 15 de abril de 2010

China desembarca em peso, sexta-feira no Porto do Açu

O empresário Eike Batista, presidente do Grupo EBX, holding que controla a LLX Logística, começa a colher os primeiros frutos de seus longos contatos com o governo da China. Na próxima sexta-feira, uma missão comercial formada por 120 empresários, que representam 65 empresas de petróleo, energia, tecnologia e siderurgia, chefiada pelo vice-ministro de Comércio daquele país, Jiang Yaoping, visita as obras do Porto do Açu, em São João da Barra.

A visita tem como objetivo mostrar aos asiáticos o local que poderá servir com uma alternativa para futuras instalações de indústrias chinesas no Brasil. Também participarão da visita, o diretor-presidente da LLX, Otávio Lazcano, a prefeita de São João da Barra, Carla Machado, e representantes do governo do Estado do Rio.

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quarta-feira, 14 de abril de 2010


LLX e Votorantim firmam acordo comercial para implantação de planta industrial no Super Porto do Açu

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, e a Votorantim Cimentos Brasil, celebraram acordo comercial para implantação de uma unidade industrial para a produção de cimento no Complexo Industrial do Super Porto do Açu, em construção em São João da Barra, norte fluminense.

Além de estudos para a instalação da cimenteira, o acordo contempla também a importação de coque de petróleo para suprimento das unidades de produção de cimento da Votorantim, além do embarque de produtos vinculados à indústria cimenteira. Também está previsto o aproveitamento de subprodutos oriundos de outras unidades industriais que venham a se instalar no Super Porto do Açu, que servirão de insumos para a cimenteira.

O acordo comercial também estabelece os volumes e preços para movimentação de carga e para o arrendamento da área onde será instalada a cimenteira. A previsão é que o acordo comercial resulte em receita anual superior a R$ 30 milhões por ano para a LLX.

As empresas definiram um prazo de 150 dias (contados a partir da assinatura do acordo comercial) para a finalização dos estudos e condições do negócio.

“Este acordo no Super Porto do Açu evidencia as vantagens de um porto moderno e competitivo, a facilidade de uma retroárea para a instalação de indústrias, armazenamento de produtos e integração logística. A assinatura do acordo comercial com a Votorantim prova que ele será o destino preferencial para a expansão de empresas”, explica o diretor-presidente da LLX, Otávio Lazcano.

A LLX já possui 66 memorandos de intenção (MOUs) assinados com empresas que querem se instalar ou movimentar cargas no Super Porto do Açu.

Conheça o Super Porto do Açu
Desenvolvido pela LLX, empresa de logística do Grupo EBX, o Super Porto do Açu é um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto, em fase de instalação em São João da Barra, norte fluminense, próximo à área de maior produção de petróleo e gás do Brasil.

Com construção iniciada em outubro de 2007 e operação prevista para o início de 2012, o empreendimento terá investimento de US$ 1,6 bilhão, sendo US$ 900 milhões pela LLX Minas-Rio (responsável pela implantação do terminal portuário dedicado ao minério de ferro) e US$ 700 milhões pela LLX Açu (responsável pela operação das demais cargas como produtos siderúrgicos, carvão, granéis líquidos e granito).

O Super Porto do Açu terá área de 7,8 mil hectares, profundidade de 18,5 metros e capacidade para receber navios de grande porte (220 mil toneladas), com fretes mais competitivos. Ele também contará com uma ponte de 3 quilômetros de extensão que ligará o continente a estrutura offshore com 10 berços para atracação de produtos como minério de ferro, granéis sólidos e líquidos, carga geral e produtos siderúrgicos. Atualmente, 66% da ponte já estão construídos.

Projetado no conceito porto-indústria, o Super Porto do Açu possui também uma retroárea e um complexo industrial contíguo, que abrangerá suderúrgicas, uma usina termoelétrica da MPX (empresa de energia do Grupo EBX) e até quatro usinas de pelotização de minério, entre outros.

Um terminal de granéis líquidos permitirá a movimentação de 4 milhões de metros cúbicos ao ano de gás natural liquefeito (GNL). O porto terá condição, ainda, de atender as necessidades de logística e suprimento das atividades de exploração e produção de óleo e gás na Bacia de Campos.    

A previsão é exportar 63,3 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, além de 10 milhões de toneladas ao ano de produtos siderúrgicos, 15 milhões de toneladas ao ano de carvão, 5 milhões de toneladas ao ano de granéis sólidos e 7,5 milhões de toneladas ao de carga geral.

Atualmente, cerca de 2.300 pessoas trabalham na construção do porto, e metade reside em Campos ou em São João da Barra.

Perfil
A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, foi criada em março de 2007 com o propósito de prover o país com infraestrutura e competências logísticas, principalmente no setor portuário. Seus projetos possuem localização estratégica e profundidade adequada aos maiores navios, utilizando moderna tecnologia portuária, o que resulta em operações eficientes e de baixo custo.




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terça-feira, 13 de abril de 2010

Mais Petróleo descoberto na Bacia de Campos pela OGX!


Pela quinta vez esse ano, a OGX, empresa de petróleo e gás do grupo EBX, anunciou ter identificado identificado hidrocarbonetos em uma seção do poço OGX-9DB no bloco BM-C-41, em águas rasas da parte Sul da Bacia de Campos.

No comunicado, o diretor geral da OGX, Paulo Mendonça, comenta que a descoberta “vem confirmar o grande potencial desta bacia em diversas idades geológicas, abrindo, portanto, uma expressiva frente de novas possibilidades para estes reservatórios”.

O poço OGX-9DB, com atividades de perfuração desde fevereiro, situa-se a 87 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro e está a 2,1 quilômetros de distância do OGX-1, na acumulação denominada Vesúvio.


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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Investimento: Beneficiadora de petróleo será construída no Açu


O município de São João da Barra está perto de ganhar um novo empreendimento do mega empresário Eike Batista, estimado em US$ 1,2 bilhão. A LLX, braço logístico de Eike - que constrói o Porto do Açu, com custos de R$ 4,3 bilhões e com previsão de começar a operar no primeiro trimestre de 2012 - entrou com um pedido de alteração na licença de instalação do porto, para construir no local uma unidade com capacidade para beneficiar 1,2 bilhão de barris de petróleo por dia. A quantidade equivale a 60% da produção atual do país, cerca de 2 milhões de barris diários.

De acordo com Eike, a data de início das obras não está definida, depende da concessão da licença por parte do Instituto Nacional do Ambiente (Inea).

A nova unidade, com previsão de ser implantada em três meses, será responsável pela retirada de água e outras impurezas do petróleo pesado. Eike Batista ainda diz que esse trabalho eleva em cerca de US$ 4 (5%) o preço do barril.


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