O processo de licenciamento ambiental da Termelétrica a gás MPX Açu II, um empreendimento de R$ 4 bilhões que é a segunda fase do complexo de geração de energia do Superporto do Açu – objeto de audiências públicas, realizadas pelo o Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea), quinta-feira, em São João da Barra, e sexta, em Campos, é mais um vento que impulsiona o desenvolvimento no Norte Fluminense. A população dos dois municípios teve oportunidade de conhecer detalhes do projeto da MPX Energia, que terá 3.300 MW de capacidade instalada. As dúvidas dos moradores foram sanadas pela MPX pelos técnicos da empresa e do Inea que conduziram a apresentação e debateram sobre impactos positivos e negativos, como empregos programas socioambientais e tecnologia utilizada foram alguns pontos debatidos pelos participantes. As obras vão gerar cerca de 1.400 empregos diretos. Após o início da operação, serão 180 postos diretos de trabalho.
sábado, 16 de outubro de 2010
Ventos fortes de R$ 4 Bilhões ajudam a impulsionar o desenvolvimento da Região de Campos
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O Homem que Construiu Curitiba vai projetar a Cidade X em São João da Barra
Empreendimento será construído no norte do estado do Rio de Janeiro
Jornale
sábado, 7 de agosto de 2010
Outra Siderúrgica a caminho. Já são duas!
F.Manhã
A Ternium, holding de aços longos da multinacional Techint, vai instalar uma siderúrgica no Complexo do Super-Porto do Açu, recém-aprovado Distrito Industrial de São João da Barra, no litoral norte fluminense. O empreendimento deverá receber investimentos de US$ 5 bilhões e terá capacidade para produzir aproximadamente 5,6 milhões de toneladas de placas de aço por ano.
O anúncio foi feito pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno, durante o seminário “Perspectivas e Condicionantes do Desenvolvimento do Setor Siderúrgico do Estado do Rio de Janeiro”, realizado na Firjan. A nova unidade se somará à siderúrgica da estatal chinesa Wuhan Iron and Steel (Wisco) e do Grupo EBX, de Eike Batista, que também se instalará no Porto do Açu. Anunciada oficialmente em abril deste ano, a usina da Wisco receberá investimentos de US$ 5 bilhões (70% da Wisco) e prevê iniciar a operação em três anos, com capacidade para produzir 5 milhões de toneladas de aço/ano.
Segundo Bueno, a Ternium fará o anúncio oficial ao mercado sobre o novo empreendimento ainda este mês. O secretário revelou ainda que mais dois projetos estão em negociação com o Governo do Estado para se instalar nas cidades de Barra Mansa e Quatis, na Região do Médio Paraíba. Juntos, deverão produzir mais 1,5 milhão de toneladas/ano de aço. Os grupos pediram sigilo nas negociações por serem empresas de capital aberto.
Outro projeto, já licenciado, será erguido pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) no Porto de Itaguaí, na Região Metropolitana, com previsão de produção de três milhões de toneladas/ano de aço. Somadas, as cinco novas siderúrgicas deverão receber aporte de R$ 20 bilhões e deverão dobrar a capacidade da produção flu-minense, passando de 14,17 milhões de toneladas/ano pa-ra 29,27 milhões de toneladas/ano. “Com os novos projetos, o Rio passará a ter a maior capacidade de produção do País. Desconfio que o estado já ocupa esta posição com a entrada em operação da CSA”, ressaltou Bueno, referindo-se à Companhia Siderúrgica do Atlântico, de Santa Cruz.
Maior Navio do mundo atracará também no Porto do Açu
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Audiência Pública da LLX para apresentar Unidade de Tratamento de Petróleo de R$ 1,1 bi no Açu
A empresa LLX Açu apresenta nesta quarta, 28, em audiência pública em São João da Barra, projeto de instalação de Unidade de Tratamento de Petróleo (UTP), no Superporto do Açu, que custará R$ 1,1 bi somente na primeira fase, com capacidade de tratamento de 400 mil barris por dia.
De acordo com a assessoria da imprensa da empresa, a implantação da UTP "está de acordo com as políticas da LLX, que têm como objetivo gerar desenvolvimento e renda nos locais onde atua, com respeito ao meio ambiente e segurança".
Ainda segundo a empresa, o "petróleo será transportado das plataformas até o Superporto do Açu por navios. Entre o local para atracação dos navios e a unidade, o petróleo será transportado por dutovia enterrada, sujeita a baixos níveis de pressão externa. Ainda assim, estas tubulações foram dimensionadas e serão detalhadas considerando as condições mais severas de pressão, temperatura e resistência a corrosão, garantindo a integridade dos tubos durante a operação".
A audiência pública acontece no Grupo da Terceira Idade, na rua dos Passos, às 19h.
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domingo, 11 de julho de 2010
Autopista anuncia a duplicação da BR-101 entre Rio Bonito e Campos já no início de 2011
O Diário
A OHL Autopista Fluminense anunciou na quinta-feira que vai iniciar, no começo do ano de 2011, a construção da duplicação da Rodovia BR-101 no trecho entre Rio Bonito e Campos, até na divisa com o Estado do Espírito Santo. O que impedia a licitação da obra era pendência ambiental na região de Poço D’Antas. A antecipação das obras foi pedida, pela então prefeita Rosinha e entidades da sociedade civil organizada no ano passado à ANTT e OHL. A OHL acatou também pedido de construção de anel viário a partir da Rodovia dos Ceramistas (foto), em vez do contorno, a partir de Ibitioca. Autoridades e empresários alegaram o crescimento das demandas na rodovia, em função dos grandes empreendimentos da indústria do petróleo e outros projetos estruturantes na região de Campos como superporto do Açu e Complexo Logístico Farol-Barra do Furado.