quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Porto do Açu receberá estaleiro em parceria com a Hyundai
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Unidade de construção naval no Açu vai gerar 11 mil empregos
O grupo pretende construir e recuperar navios para atuar na atividade offshore, assim como sondas de perfuração. A carteira de encomendas da OGX (braço do grupo que atua no setor de petróleo), está estimada em US$ 15 bilhões, incluindo 11 plataformas de perfuração FPSO, quatro plataformas de produção semi-submersível e 15 jaquetas (estrutura metálica de suporte de uma plataforma fixa).
A UCN Açu vai gerar 3.500 empregos na fase de construção, e 11 mil vagas durante o período de produção. O Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) já foram apresentados e a empresa já conseguiu todas as licenças prévias.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
LLX vai recuperar linha férrea entre Campos-Itaboraí
A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, divulgou uma notícia que interessa de perto aos campistas. É que vai definir até o começo de 2011 os detalhes da recuperação de uma linha férrea ligando Campos a Itaboraí, além da construção de um ramal ferroviário entre Campos e o Porto do Açu. O trecho, de cerca de 300 quilômetros, é operado pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).
A LLX, do empresário Eike Batista, também está negociando com oito companhias a construção de uma unidade de tratamento de petróleo no Porto do Açu. A noticia foi dada ontem, no Globo. O empreendimento deve demandar investimentos de US$ 1,4 bilhão. Pelo menos um contrato deve ser assinado até o fim do ano.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
DEVON e Shell interassadas na MEGA UTP que a LLX construirá no Açu
A LLX que já tem aprovada a licença ambiental de instalação da UTP (Unidade de Tratamento de Petróleo) está negociando com "parceiros" a construção da mesma no Porto do Açu, em São João da Barra.
Pela viabilidade do projeto e pela licença de instalação, os executivos da LLX avaliam o seu valor em US$ 1,4 bilhão. A UTP terá capacidade de processar 1,2 milhão de barris de petróleo por dia, o equivalente à produção e processamento de quase 7 plataformas de grande porte.
Entre as oito companhias que estariam interessadas na parceria de construção da UTP no Açu, estão a Shell e a Devon.
sábado, 16 de outubro de 2010
Hiundai desembarcará também no Açu
F.Manha
Hyundai Heavy Industries garante estaleiro e se prepara para instalar mais uma divisão. Gigante da indústria pesada mundial faz levantamento para instalar mais um forte segmento do grupo em São João da Barra. Segundo nossas fontes, a Hyundai Heavy Industries também deverá instalar outro braço de uma importante divisão da empresa no porto, como a Hyundai Heavy Industries Co., Ltd.: Construction Equipment Division, ou uma montadora de carros da Hyundai Motor Company.
Para viabilizar o seu próximo investimento, a Hyundai já está realizando uma detalhada pesquisa através da Roland Berger Strategy Consultants, uma das empresas líderes em consultoria estratégica no mundo, com 36 escritórios distribuídos em 25 países, e operando com sucesso em todos os principais mercados internacionais, que monta um estudo com detalhes sobre o Superporto, nível de mão de obra, informações sobre os incentivos oferecidos pela prefeitura para a instalação de uma unidade industrial de outra divisão da Hyundai Heavy Industries, instituições de treinamento presentes na região, opções para transporte dos empregados, avaliação dos serviços de gás natural, água, esgoto e energia elétrica da região, entre outros detalhes.
Ventos fortes de R$ 4 Bilhões ajudam a impulsionar o desenvolvimento da Região de Campos
O processo de licenciamento ambiental da Termelétrica a gás MPX Açu II, um empreendimento de R$ 4 bilhões que é a segunda fase do complexo de geração de energia do Superporto do Açu – objeto de audiências públicas, realizadas pelo o Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea), quinta-feira, em São João da Barra, e sexta, em Campos, é mais um vento que impulsiona o desenvolvimento no Norte Fluminense. A população dos dois municípios teve oportunidade de conhecer detalhes do projeto da MPX Energia, que terá 3.300 MW de capacidade instalada. As dúvidas dos moradores foram sanadas pela MPX pelos técnicos da empresa e do Inea que conduziram a apresentação e debateram sobre impactos positivos e negativos, como empregos programas socioambientais e tecnologia utilizada foram alguns pontos debatidos pelos participantes. As obras vão gerar cerca de 1.400 empregos diretos. Após o início da operação, serão 180 postos diretos de trabalho.