terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Cidade X entre as prioridades de Eike
sábado, 20 de novembro de 2010
Eike quer fábrica da Apple no Brasil
Caso tenha sucesso a negociação inicial, haverá a necessidade de aprovação do projeto por parte da Apple, explicou o empresário. "Sim, sim, a gente quer trazer. Por que a gente (no Brasil) tem de pagar duas vezes e meia o preço de um iPad?", afirmou Eike, que na terça-feira já havia tocado no assunto ao responder dois seguidores no Twitter. "Nós merecemos. Estou me esforçando para isso, sim." Os nomes das montadoras não foram informados e nem a estimativa de investimento necessário para a implantação do projeto.
Ícone da inovação no mundo digital, a Apple possui escritório de representação no Brasil, mas não fabrica no País nenhum de seus produtos. "Estou abordando as empresas que fazem essa montagem na Ásia. Não é a Apple, a Apple tem de aprovar depois. Você fala com as empresas que montam esses aparelhos para a Apple. Então, a conversa é com dois grupos. Estamos procedendo nessas conversas."
A intenção de Eike é que a montadora de equipamentos tecnológicos seja a cereja do complexo industrial do chamado Superporto do Açu. Anunciado pela EBX como o maior investimento de infraestrutura portuária da América Latina - em torno de R$ 4,3 bilhões -, a previsão é que o empreendimento entre em operação em 2012, contando com complexo industrial contíguo com área de 90 km².
A expectativa da LLX é que sejam atraídos cerca de US$ 36 bilhões em investimentos. A empresa de logística do grupo possui aproximadamente 60 memorandos de entendimento assinados ou em negociação com empresas e indústrias que querem se instalar ou movimentar cargas no complexo.
Vale do Silício. "O importante é que o Açu, na área que a gente chama de Vale do Silício do Açu, comporta trazer esse tipo de empresa. Até porque o porto também vai ter um aeroporto alfandegário. Esses componentes eletrônicos podem vir de avião, não necessariamente de navio", ressaltou Eike. "O aeroporto alfandegário vai permitir fazer a parte de maior valor agregado, tecnológica, para o complexo do Açu. É o creme da cereja aí."
O empresário - apontado pela revista Forbes como o oitavo mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 27 bilhões - foi um dos palestrantes do Fórum de Decisões 2010, realizado ontem em Nova Lima (MG), pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) e a Fundação Dom Cabral.
Durante uma hora, ele falou sobre projetos em execução no País e novas oportunidades de negócios. Disse que a MMX, empresa de mineração do grupo, pretende investir R$ 2 bilhões no Sistema Sudeste, em Minas. Eike deixou claro que a empresa continua atrás de novos ativos na região da Serra Azul, no Quadrilátero Ferrífero mineiro.
Em Serra Azul, após um período de consolidação, sobraram três minas significativas: a MBL, a Comisa e a Minerita, que já abriu negociações com a MMX. "A gente está sempre olhando tudo", disse Eike. "As coisas vão se cristalizando. O tempo é o tempo de cada uma. Às vezes do outro lado, às vezes do nosso mesmo. O importante é que a empresa tem um lastro todo para fazer acontecer o que a gente está se propondo a fazer."
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Porto do Açu receberá estaleiro em parceria com a Hyundai
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Unidade de construção naval no Açu vai gerar 11 mil empregos
O grupo pretende construir e recuperar navios para atuar na atividade offshore, assim como sondas de perfuração. A carteira de encomendas da OGX (braço do grupo que atua no setor de petróleo), está estimada em US$ 15 bilhões, incluindo 11 plataformas de perfuração FPSO, quatro plataformas de produção semi-submersível e 15 jaquetas (estrutura metálica de suporte de uma plataforma fixa).
A UCN Açu vai gerar 3.500 empregos na fase de construção, e 11 mil vagas durante o período de produção. O Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) já foram apresentados e a empresa já conseguiu todas as licenças prévias.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
LLX vai recuperar linha férrea entre Campos-Itaboraí
A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, divulgou uma notícia que interessa de perto aos campistas. É que vai definir até o começo de 2011 os detalhes da recuperação de uma linha férrea ligando Campos a Itaboraí, além da construção de um ramal ferroviário entre Campos e o Porto do Açu. O trecho, de cerca de 300 quilômetros, é operado pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).
A LLX, do empresário Eike Batista, também está negociando com oito companhias a construção de uma unidade de tratamento de petróleo no Porto do Açu. A noticia foi dada ontem, no Globo. O empreendimento deve demandar investimentos de US$ 1,4 bilhão. Pelo menos um contrato deve ser assinado até o fim do ano.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
DEVON e Shell interassadas na MEGA UTP que a LLX construirá no Açu
A LLX que já tem aprovada a licença ambiental de instalação da UTP (Unidade de Tratamento de Petróleo) está negociando com "parceiros" a construção da mesma no Porto do Açu, em São João da Barra.
Pela viabilidade do projeto e pela licença de instalação, os executivos da LLX avaliam o seu valor em US$ 1,4 bilhão. A UTP terá capacidade de processar 1,2 milhão de barris de petróleo por dia, o equivalente à produção e processamento de quase 7 plataformas de grande porte.
Entre as oito companhias que estariam interessadas na parceria de construção da UTP no Açu, estão a Shell e a Devon.
sábado, 16 de outubro de 2010
Hiundai desembarcará também no Açu
F.Manha
Hyundai Heavy Industries garante estaleiro e se prepara para instalar mais uma divisão. Gigante da indústria pesada mundial faz levantamento para instalar mais um forte segmento do grupo em São João da Barra. Segundo nossas fontes, a Hyundai Heavy Industries também deverá instalar outro braço de uma importante divisão da empresa no porto, como a Hyundai Heavy Industries Co., Ltd.: Construction Equipment Division, ou uma montadora de carros da Hyundai Motor Company.
Para viabilizar o seu próximo investimento, a Hyundai já está realizando uma detalhada pesquisa através da Roland Berger Strategy Consultants, uma das empresas líderes em consultoria estratégica no mundo, com 36 escritórios distribuídos em 25 países, e operando com sucesso em todos os principais mercados internacionais, que monta um estudo com detalhes sobre o Superporto, nível de mão de obra, informações sobre os incentivos oferecidos pela prefeitura para a instalação de uma unidade industrial de outra divisão da Hyundai Heavy Industries, instituições de treinamento presentes na região, opções para transporte dos empregados, avaliação dos serviços de gás natural, água, esgoto e energia elétrica da região, entre outros detalhes.