sábado, 9 de janeiro de 2010

Grupo Techint de olho no Açu para implantação de projeto siderúrgica

Renato Wanderley

Divulgação
O grupo ítalo-argentino Techint voltou a demonstrar interesse em construir uma unidade siderúrgica no distrito industrial do Porto do Açu, em São João da Barra. Em julho de 2008, o empresário Eike Batista chegou a confirmar a vinda do grupo para o Açu, num investimento em torno de US$ 15 bilhões, mas o empreendimento foi abortado em função da crise financeira mundial. A unidade seria destinada à construção de tubos de aço para a indústria do petróleo e produziria 10 milhões de toneladas anuais a partir de 2012.

Agora, a Techint procura um local para instalar uma siderúrgica e o Porto do Açu, por sua logística, poderá ser escolhido. A LLX, empresa do empresário, prefere não comentar o assunto no momento. A Techint deixou a Venezuela, depois de ter sua unidade naquele país nacionalizada pelo presidente Hugo Chaves, numa indenização de US$ 1,9 bilhão e procura parceiros no Brasil.

O empresário afirma ter cerca de 60 memorandos assinados com empresários que pretendem se instalar no local. Duas cimenteiras, Camargo Correia e o Grupo Votorantim já assinaram o memorando de intenções e confirmaram que vão se instalar na área do porto.

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, e a Votorantim Cimentos Brasil, celebraram acordo comercial para implantação de duas fábricas de cimento no Porto do Açu.

Além de estudos para a instalação da cimenteiras, o acordo contempla também a importação de coque de petróleo para suprimento das unidades de produção de cimento e embarque de produtos vinculados à indústria cimenteira. O aproveitamento de subprodutos oriundos de outras unidades industriais que venham a se instalar no porto, servirá de insumos para a cimenteira. “Este acordo evidencia as vantagens de um porto moderno e competitivo, a facilidade de uma retroárea para a instalação de indústrias, armazena-mento de produtos e integração logística”, explica o diretor da LLX, Otávio Lazcano.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Valor Econômico supervaloriza LLX


O jornal Valor Econômico no caderno "EU & Investimentos", na edição de hoje traz como matéria de capa a referência ao aumento do valor das ações da LLX. Lá está citado que, ao contrário de outras empresas semelhantes que já estão operacionais, a LLX com os dois projetos do Porto Sudeste e o Complexo do Açu, sem funcionar, já vale no mercado 4 vezes mais que o Porto de Santos, Log-In (que administra o Terminal de Camaçari (BA) e o Porto Seco do Cerrado (MG) e Wilson, Sons (com um terminal em Salvador e outro no Rio Grande no Sul).

O valor da LLX já alcançaria um valor de US$ 6 bilhões contra US$ 4,4 bilhões dos três somados. De janeiro até ontem as ações da LLX subiu 481%, segundo a matéria, muito além da valorização dos concorrentes e do Índice Bovespa.

 Francisco Góes:

"É um número impressionante para uma empresa não operacional, cujos dois portos só devem começar a exportar minério de ferro no fim de 2011 e em meados de 2012."

"No mercado há quem se surpreenda com esse desempenho, considerando que a única receita operacional da LLX é a venda de brita e pedras da Pedreira Sepetiba, uma subsidiária da LLX Sudeste, responsável pela construção de um porto para exportação de minério em Itaguaí, na Grande Rio."
"Os projetos da LLX são bons, mas a empresa não tem receita da atividade principal, só sonhos e memorandos de entendimento", diz um executivo do setor."


Otávio Lazcano, presidente da LLX, vai na mesma linha: "Existe um potencial enorme de valorização. O valor de mercado da empresa é muito pequeno perto do que pretendemos entregar aos acionistas nos próximos anos". A LLX trabalha com um cenário em que os seus dois grandes projetos - o porto do Sudeste e o Super Porto do Açu, em São João da Barra (RJ) - vão produzir juntos em 2016-2017 cerca de US$ 2 bilhões de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização."

"Executivos que conhecem o setor portuário e a atividade de mineração consideram, porém, que a valorização da LLX também pode embutir a expectativa de um acordo de venda do controle da empresa . Outra fonte comparou o modelo de negócio de Batista a um "private equity" no qual ele desenvolve o projeto até um determinado momento e depois o passa adiante. "Não é um modelo operacional."

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ponte do Porto do Açu pronta em 2010

Renato Wanderley
As obras da ponte de 3 km, que servirá de acesso ao Porto do Açu, em São João da Barra, já estão 86% concluídas, devendo ficar pronta em março de 2010. A informação foi prestada na segunda-feira, pela assessora de imprensa da LLX, Bárbara Bortolin, durante almoço confraternização oferecido pela empresa a jornalistas de Campos e São João da Barra. De acordo com ela, faltam apenas 200 metros para a ligação do continente à estrutura offshore, que terá 10 berços para atracação de produtos como minério de ferro, granéis sólidos e líquidos, carga geral e produtos siderúrgicos.

— As obras estão dentro do cronograma previsto e a ponte já tem data para ser entregue, em março de 2010. Enquanto isso está indo a todo vapor, a dragagem do canal de acesso e da bacia de evolução do porto, que terá uma profundidade de 18,5 metros, com posterior expansão para 21 metros, e capacidade para receber navios de 220 mil toneladas de porte bruto, com fretes mais competitivos — disse ela, acrescentando que as obras empregam mil três mil pessoas, mais da metade deles de São João da Barra e Campos.

Segundo a assessora, no início do próximo ano também começam a terraplanagem do pátio logístico, numa área de 694 hectares. Bárbara explicou que o projeto já recebeu licença ambiental devendo a obra ampliar o nível de emprego.
— As operações do pátio logístico vão permitir a importação e exportação de produtos de diversas origens. Com isso, o Porto do Açu passará a oferecer serviços em escala comercial para uma variedade de atividade produtiva, tornando um atrativo para indústrias e empresas de serviços mais variados, que buscarão se instalar na região, se beneficiando das facilidades do porto. O pátio está previsto para começar a operar em 2012 — afirmou Bárbara.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

MMX confirma a venda de mais um pedaço para o grupo chinês Wuhan

Depois de vender um pedaço do seu projeto de empreendimento para a Anglo American, a agora, a empresa de EIke Batista anuncia que fechou acordo com a chinesa Wuhan Iron & Steel (Wisco) para venda de 21,52% de seu capital social por US$ 400 milhões.

O negócio também inclui um contrato de 20 anos de fornecimento de minério de ferro ao grupo chinês, além da construção de uma usina siderúrgica integrada no Porto de Açu.

A chinesa Wisco produz 30 milhões de toneladas de aço por ano, um pouco menor que toda a atual produção do Brasil, que é de 34 milhões de toneladas anuais.
Fonte: O Globo Online.

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Após Votorantim, Camargo Correa decide investir também em Mega Cimenteira no Açu


         
            Jualmir Delfino com Assessoria
    
 O grupo Camargo Correa, um dos gigantes da indústria cimenteira da América do Sul, vai estar literalmente ao lado da Votorantim. É que a Camargo decidiu implantar uma grande planta industrial para fabricação de cimento na retroárea do Porto do Açu, onde a Votorantim já anunciou também sua nova usina de cimento. As duas fábricas vão ficar sediadas na retroárea do superporto da LLX, empresa de logística do grupo EBX, do megaempresário, Eike Batista, situado entre os municípios de São João da Barra, no litoral Norte Fluminense. O acordo comercial entre a LLX e a Camargo Correa Cimentos, foi celebrado nesta quarta-feira, 11 de outubro. 


           

Além de estudos para a instalação da cimenteira, o acordo contempla também o desembarque de coque de petróleo para suprimento das unidades de produção de cimento da Camargo Correa, além do embarque de produtos vinculados à indústria cimenteira. Também está previsto o aproveitamento de subprodutos oriundos de outras unidades industriais que venham a se instalar no Superporto do Açu, que servirão de insumos para a cimenteira.
            O acordo comercial também estabelece os volumes e preços para movimentação de carga e para o arrendamento da área onde será instalada a cimenteira. A previsão é que o acordo comercial resulte em receita anual superior a R$ 30 milhões por ano para a LLX.
            As empresas definiram um prazo de 195 dias (contados a partir da assinatura do acordo comercial) para a finalização dos estudos.
            “Este acordo confirma o Superporto do Açu como destino preferencial no Brasil para a expansão de empresas. Também evidencia as vantagens de um porto moderno e competitivo, a facilidade de uma retroárea para a instalação de indústrias, armazenamento de produtos e integração logística”, explica o diretor-presidente da LLX, Otávio Lazcano.
            Este é o segundo acordo comercial divulgado pela LLX em 2009. Em setembro a empresa anunciou acordo comercial com a Votorantim Cimentos Brasil para a instalação de unidade industrial também no Complexo Industrial do Superporto do Açu.
            Além dos acordos comerciais já divulgados, a LLX possui 66 memorandos de entendimento (MOUs) assinados com empresas que querem se instalar ou movimentar cargas no Superporto do Açu. Um deles, divulgado em maior deste ano, é com a Wuhan Iron and Steel (Wisco) para instalação de siderúrgica no Complexo Industrial do Superporto do Açu.
            O Porto Indústria do Açu foi concebido e é construído pela LLX, empresa de logística do Grupo EBX, e trata-se de Superporto, dotado de Terminal Portuário Privativo de Uso Misto, situado n área de maior produção de petróleo e gás do Brasil, a Bacia de Campos, que produz 83% do petróleo do Brasil. A construção foi iniciada em outubro de 2007 e a operação está prevista para o início de 2012, com área de 7,8 mil hectares, profundidade de 18,5 metros (com posterior expansão para 21 metros) e capacidade para receber navios de grande porte (220 mil toneladas), com fretes mais competitivos.
            Para ligar o continente aos 10 berços de atracação, distantes três quilômetros da praia do Açu, está em fase de conclusão uma ponte de acesso, dotada de correas transportadoras para produtos como minério de ferro, carvão e outros produtos. Para transportar outros produtos como granéis líquidos, serão instalados dutos na parte central da ponte, que tem mais largura que a ponte Rio-Niterói, ao passo que  carga geral e produtos siderúrgicos seráo transportados por carretas até os pátios da retroárea e do complexo industrial contíguo, que abrangerá suderúrgicas, processamento d epetróleo, uma usina termoelétrica da MPX (empresa de energia do Grupo EBX) e até quatro usinas de pelotização de minério, entre outros epreendimentos industriais de grande porte.

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domingo, 25 de outubro de 2009

Carla recebe comitiva no Porto do Açú

F.Manha


Divulgação
A prefeita de São João da Barra, Carla Machado, junto com o presidente da LLX, Otavio Lazcano, receberam, nesta sexta-feira (23), no Super Porto do Açu, uma comitiva composta por representantes do ministério dos Transportes, da secretaria de estado de Transportes, do BNDES, da ANTT, da EBP, da Usiminas, do Comperj e pelo cônsul britânico Tim Flear.

Na ocasião, foi exibida toda a estrutura do grupo EBX, passando pela LLX que, segundo a empresa, os Super Portos do Açu e Sudeste devem contribuir com 75% do PIB nacional, além de a empresa ser a primeira a ter uma enorme área contígua, baixando os custos operacionais. A MPX, subsidiária de energia, deve gerar 5.4GW entre carvão, oriundo da Colômbia (área da empresa), e gás natural, da OGX, também pertencente ao grupo EBX, que na 9ª rodada da ANP adquiriu 21 blocos para exploração, e neste ano de 2009, seis poços já foram perfurados. A MPX deve investir também em energia alternativa - eólica e solar. A MMX direciona suas ações para a parte de mineração.

A prefeita Carla Machado frisou sobre a importância da integração das esferas institucionais. “O que mais me impressionou na recente viagem à China com a parceria entre a iniciativa pública e privada. Estou vendo neste projeto do Porto o Açu um envolvimento entre poder público municipal, estadual, federal e iniciativa privada. Este um projeto projeto de desenvolvimento para o Brasil. Estamos buscando um planejamento para que tenhamos crescimento sustentável, associando qualidade de vida, potencial econômico e controle ambiental”, enumera.


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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Conheça a LLX!

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, foi criada em março de 2007 com o propósito de prover o país com infraestrutura e competências logísticas, principalmente no setor portuário. Seus projetos possuem localização estratégica e profundidade adequada aos maiores navios, utilizando a mais moderna tecnologia portuária. Isso resulta em operações eficientes e de baixo custo.



Atualmente a empresa desenvolve dois projetos: o Super Porto do Açu, em São João da Barra, e o Porto Sudeste, em Itaguaí - ambos no estado do Rio de Janeiro.



O Super Porto do Açu é um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto que terá área total de 7,8 mil hectares, profundidade de 18,5 metros e estrutura offshore com até 10 berços para movimentação de produtos como minério de ferro, produtos siderúrgicos, carvão, granéis líquidos e carga geral. O porto também terá uma ponte de acesso aos píeres com 3 quilômetros de extensão. Atualmente, mais de 2 quilômetros já estão concluídos.



No total será investido US$ 1,6 bilhão no Terminal Portuário Privativo de Uso Misto do Açu. A LLX já possui 66 memorandos de intenção (MOUs) assinados com empresas que querem se instalar ou movimentar cargas no Super Porto do Açu.



Em construção desde outubro de 2007 em São João da Barra (RJ), a previsão é que a operação do Super Porto do Açu seja iniciada no primeiro semestre de 2012.



O outro projeto é o Porto Sudeste, um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto, dedicado a movimentação de minério de ferro, que será instalado na Ilha da Madeira, em Itaguaí (RJ). Estrategicamente localizado, o Porto Sudeste representa a menor distância entre os produtores de Minas Gerais e o oceano. A previsão é que a construção do empreendimento seja iniciada na segundo semestre de 2009 e a operação aconteça no final de 2011.



O empreendimento terá área de 52 hectares, profundidade de 20 metros e estrutura offshore com dois berços de atracação. O investimento previsto é de US$ 740 milhões para movimentação de 50 milhões de toneladas por ano.



Assessoria de Imprensa LLX
 
 

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